Carly (autista) fala sobre uso de medicação controlada (tradução livre: Evellyn Diniz)

Drogas são sempre a solução? Não! 

Se o seu filho típico ou criança com necessidades especiais se comporta mal em sala de aula ou em casa, o que você faz? Bem, a maioria das pessoas na América do Norte vai logo ao seu médico de confiança e inicia medicação em seus filhos.

Prescrições para alguns dos medicamentos psiquiátricos mais potentes no mercado – os chamados antipsicóticos de “segunda geração”, ou ASGs – para jovens de 18 e abaixo aumentou 18 vezes só na British Columbia (Canadá) entre 1996 e 2011, segundo um novo estudo, representando um dos maiores aumentos nas prescrições para meninos de até seis anos. As crianças estão sendo colocadas em drogas potentes para uma ampla gama de diagnósticos não aprovados pelo Ministério da saúde do Canadá, dizem os pesquisadores.

Eu sei o que a maioria de vocês estão pensando! Se os médicos prescreveram a medicação isso significa que a criança precisa! Mas muitos médicos não são capazes ou não estão aptos/treinados nem para diagnosticar o que há de errado com a criança. Daí um monte de drogas que só deveriam ser  prescritas para pessoas acima de 18 anos passam a ser prescritas a crianças com idade inferior. Então, por que nós, como sociedade aceitamos isso? É realmente bom para uma criança de apenas seis anos tomar antidepressivos? Como pode o médico receitar um medicamento cuja droga nunca foi testada para a função/diagnóstico a que se destina? Isto está acontecendo em toda a América do Norte e em outras partes do mundo. Será que devemos realmente aceitar isso como normal na sociedade?

Até 2011, os antipsicóticos de segunda geração responderam por 96% de todas as prescrições de antipsicóticos para a infância/juventude, segundo os relatórios da equipe. Os medicamentos mais prescritos foram risperidona, quetiapina e olanzapina.

O maior aumento foi entre os meninos com idades entre 13 a 18 anos, onde a taxa subiu mais de quatro vezes. Mas aumentos semelhantes foram observados em meninos com idades entre 6 e 12 anos, bem como de 13 a 18 anos de idade para meninas.

No geral, o número total de crianças menores de 18 anos que receberam uma prescrição de antipsicóticos aumentou para 5.791 durante o ano de 2011, em comparação a 1.583 em 1996 – um salto de quase quatro vezes! Mas o número total de jovens que (neste mesmo período, presumo), especificamente, recebeu um SGA aumentou para 5.432 comparado a 315 durante os anos escolares. Isso traduz-se num aumento de 18 vezes na média geral de prescrições.

Meu professor de Inglês me disse que um dos melhores cursos para estudar na universidade é sobre zumbis!! Isso me fez pensar para o que estamos criando nossos filhos nestes dias? Nós não somos capazes de lidar com eles, então qual é a solução? Colocá-los em uso de medicação! As empresas farmacêuticas e os médicos não deveriam permitir que isso acontecesse. Nós, como sociedade, não devemos permitir que isso aconteça. A medicação tem o seu lugar na sociedade, mas não deve ser o pilar de apoio e definitivamente não deve ser usado como uma solução rápida para acalmar os nossos filhos. É o momento que todos nós nos levantarmos e dizermos que vamos chegar à raiz dos problemas dos nossos filhos. Não vamos confiar em algo que pode afetar a saúde dos nossos filhos no futuro. Vamos superar todos os problemas que venham a afetar nossos filhos.

Eu tenho a sorte de ter pais que acreditaram em mim e que fizeram tudo em seu alcance para que eu tivesse todo o suporte de que necessitava. Sei que muitos pais se sentem da mesma maneira e é hora de todo mundo se levantar e apoiar o fato de que as drogas não são a resposta para todos os problemas.

“Para se ouvir a voz de uma criança há de se percorrer um longo caminho” ~ Carly Fleischmann

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About Evellyn Diniz

Hoje eu sou super mãe! Me formando todos os dias nas áreas de saúde e educação. Mas antes de adquirir super poderes fui muitas coisas e ainda sou! Vendedora, professora de inglês, apresentadora de TV, editora de imagens, cantora de banda de rock e fiz faculdade de jornalismo... Atualmente sou mãe e esposa em tempo integral e cuido da casa nas horas vagas! Minhas 3 filhas são minha continuação e minha continuidade. A caçula chama-se Stella Bertille que significa estrela brilhante. Ela veio ao mundo para mudar o mundo para mim, ela veio ao mundo para brilhar! Stella está vencendo o AUTISMO. Este blog é por ela. Destina-se a ajudar pais e mães a entenderem que o PODER de fazer nossos filhos atingirem a plenitude pertence aos pais. Aqui compartilho videos, fotos, matérias, experiências e pensamentos sobre o Transtorno do Espectro do Autismo. Coloque a sua capa e sua roupa de herói que os desafios aqui não são de faz-de-conta!

25 responses »

  1. Essa é a culpa que vou carregar até pra outra vida. Aos 3 anos optamos por medicar Otávio, não tínhamos outra alternativa. Ele era hiperativo, tinha distúrbio do sono, o pai desempregado ( resolveu prestar concurso justamente pra ter estabilidade financeira já que tinha um filho que ia depender dos pais o resto da vida). Estudava 8 hs/dia e precisava de sossego pra isso! sei que isso lesionou os neurônios dele, mas como disse não tinha jeito! Passados quase 3 anos, aprovado, tomou posse, viemos de mala e cuia p/ Brasília, e aqui iniciamos a retirada gradual. Acredito na plasticidade neuronal, e agora é só homeopatia! que Deus me ajude!

    • Célia querida, cada um tem sua história, seus erros, seus acertos, seus arrependimentos. Estou certa de que você sempre quis o melhor para o Otávio e que fez o que julgou ser o melhor. Eu e outras mães que estamos no início dessa jornada temos o privilégio da internet, dos livros publicados em português, dos médicos que revolucionam a maneira de tratar o autismo no mundo e no Brasil. Cada um deve buscar o melhor para seus filhos com os recursos que possui. Não carregue culpa. Carregue a certeza de que fez o melhor que sabia fazer. Não é toda mãe que estuda homeopatia tantos anos para ajudar o filho já em idade adulta, vc é especial porque nunca desiste do Otávio! Beijos no seu coração!

    • cintia regina diz:

      Celia, tudo bem ? Não carregue essa culpa. Realmente, com o conhecimento que vc tinha, com as condições que a vida te apresentava , vc fez o achava certo, o que achava ser o melhor para o seu filho. O meu filho tomava remédio alopata tbem, relutei por um tempo mas acabei cedendo. Precisavamos dormir,ele tbém o irmão idem, entao já viu ne … Mas por intermédio do pai deles que sempre me chamou a atenção para a homeopatia e a fitoterapia , senti coragem de tirar a alopatia. e olha deu super certo. O Be está muito bem.Fiquei tão contente que não penso em outra coisa, mesmo cquando ele tem algumas de crises. Que eu penso que nós temos que aprender a diferenciar , a tirar o que é da personalidade deles e o que é a limitação do autismo. Eaí , cai na situação que muitas vezes temos que sentir, que estar atentas , antenadas , que temos que ter o feeling para com eles, uma sensibilidade exacerbada, à flor da pele para podermos atuar e ajudar.Siga em paz. Vc trilhou um caminho, recuou , voltou atrás, está agora em outro patamar , para avançar. Cada dia é um dia e o principal vc já faz: acreditar no seu filho.Cintia Regina ( Mae de Bernardo 12 anos , diagnosticado com Autismo e do Heitor 14 anos não menos especial ). SP

      • Que legal seu depoimento, Cintia! Muito importante não nos prendermos ao passado, eu também tenho meus arrependimentos, mas sempre é tempo de mudar os rumos com esperança e, como vc falou, mto “feeling”. Bjs

    • Vania Ruth diz:

      Não se culpe! Vc não podia fazer diferente! Entendo o que é não dormir…. Entendo o que choros de horas…. Pra Deus nada é impossivel! Entregue-se a Ele e faça o mesmo com seu filho!

  2. Izaura Lobo diz:

    Evellyn Diniz, tenho acompanhado alguns de seus comentários e tem sido de grande motivação e incentivo para meu trabalho…Sou psicopedagoga clínica e tia/madrinha do Matheus, de 6 aninhos, autista. O amo demais e amo essa causa! Trabalho na clínica com algumas crianças autistas e graças a Deus todas estão progredindo… mas, no seu tempo… Faço o que posso aqui, pois a nossa realidade aqui na Paraíba não é muito fácil… muitas escolas não disponibilizam de auxiliares de salas… e “meus meninos” ficam muitas vezes sem fazer nada na sala de aula. Tenho buscado uma melhor qualidade de vida para essas crianças adaptando currículos… avaliações… tarefinhas… e tenho feito parceria com os pais nessa jornada… Admiro suas postagens e sua postura como mãe… Um grande abraço!
    Izaura Lobo

    • Obrigada Izaura por prestigiar o blog! A informação é a nossa melhor aliada nessa jornada do quebra-cabeça do autismo. Parabéns pela sua força e dedicação ao seu sobrinho/afilhado e alunos. Eu sempre digo que o professor de educação especial precisa ser melhor que o “sistema” e estar sempre à frente do que o “sistema” oferece, do contrário não conseguirá alcançar de fato esse aluno que aprende de forma tão peculiar. Abraços.

  3. Hercilio diz:

    Até os 18 anos meu filho não usou medicação, não precisava, porém ao ser maltratado em escola, ter sido chamado de burro por uma professora, reprovado por outras e sabe-se lá mais o que, passou a apresentar surtos de agressividade. Os médicos dizem que e comum sintomas aparecerem nessa idade e que as mudanças cerebrais contribuem, formam-se mais conexões cerebrais na adolescência do que na infância. O fato e que só depois disso teve diagnostico de autismo, rejeitava a medicação, hoje sei que há casos em que são necessárias e também sei que há abuso das mesmas hoje em dia, são aplicadas a quem não precisa,

  4. Nilceia Rolim diz:

    Evellin que bom que esta abordando o assunto.
    Divulguei no grupo e uma mae que esta pronta para aceitar o aumento de doses do remedio controlado, a fez parar – ler e repensar.
    As vezes tenho recaidas oensando se, no caso de algum remedio daria a ele melhor qualidade de vida, levo a um psiquiatra mas bastam 2 a 3 dias para perceber que alem de fazer muito mal a ele, nao o encontro nesses momentos. Entao, administramos a hiperatividade , algumas noites sem sono e alguma crises, abracando muito e dando apoio a ele para que fique bem…e logo passa…e passa. Logo vem o brilho nos olhos, o sorriso nos labios e percebemos que as conexoes cerebrais acontecem deacordo com a maturidade emocional, com o momento de vida etc.. Bjs

  5. helena maria diz:

    EVELLIN,meu filho e autista,faz uso de risperidona e sertralina,mudou da noite pro dia o seu comportamento,pois nao conseguia ficar na sala de aula,mas achei que ele estava sempre ligado com a sertralina e so dormia com o risperidona,entao resolvi diminuir ate que tirei de vez a medicacao e por mais que ele fique um pouco dificil de lidar,pretendo nao lhe dar mais a medicacao,pois seus olhos estavam constantemente vermelhos. acredito que a terapia e o treinamento que ele faz com psicopedagoga e a melhor solucao. adorei seu blog ,estou sempre precisando tirar duvidas,desabafar,enfim sempre preciso de ajuda,agora sei onde encontrar .bjs,obrigada .

  6. Wanessa diz:

    Bom dia tenho uma filha hoje com sete anos ao longo do tempo, ela ja passou em vários médicos e tomou varias medicações rispiridona, ritalina, mileril, nilleptil,dentre outras que não lembro agora, cada uma teve um efeito pior que outro vi minha filha entra em estado de inanição com ritalina, com respiridona teve problemas no pulmão, outro teve desmaios e assim por diante o medico que a acompanha agora disse que ela tem intolerância a esses tipos de medicamentos todas as vezes que a levo ao medico é porque a escola esta se queixando de algo, fazem reunioes só para me pedir pra medica-la a escola insiste que ela é muito agitada que pouco produz na escola atualmente ela esta com 2 medicações todas fitoterápicas e essa semana a professora dela chegou no cumulo de dizer que as medicações são mesmo que agua que ela necessita de uma que faça efeito instantâneo, eu respondi que ela quer um milagre então ou dopar minha filha. fiquei atordoada percebo não esta querendo ter trabalho as atividades dela é so pintura e colagem a quase dois anos, solicitei a mudança que fizessem algo que a desafiasse talvez fosse esse o motivo dela esta cada vez mais agitada visto que ela nem sempre foi assim e nao fizeram nada. Estou esperando terminar o semestre e nas ferias transferir ela pra escola onde ela recebe o Atendimento educacional especializado AEE é uma escola municipal porem ela esta já socializada,

    • Wanessa, obrigada pelo seu relato. Um abraço.

    • marisa fernandes bento diz:

      Olá wanessa, o seu relato é muito parecido com o caso da minha filha que está com 14 anos, a escola especial insistia em dar remédios e ela tomou os mesmos que a sua filha e ela ficava pior, até agressiva coisa que ela não é. Então continuei com homeopatia, e faz tres anos que ela faz yoga e reiki e está bem melhor, ah e o principal mudei ela de escola, já aquela a estressava e não focava nas sua habilidades.

  7. Maria Cristina Cordeiro diz:

    A minha história é identica da Wanessa em relação a escola.Como o Mateus é asperger, é iperativo ..é a mesma coisa é só ficar um pouco mais agitado,que escola me chama e pede pra eu falar com o médico dele .Fico muito mais muito triste mesmo ,porque todas as vezes que isso acontece ele entra com uma medicação diferente…
    A ritalina por ex :não deu certo ele ficou mais agitado ainda.Então entrou o Daforim.
    Hoje ele está com sete anos, toma Rispedona desde 3 anos.Depois que passou a tomar esta medicação tem poblema respiratório, o médico dele disse que não tem nada a haver com a medicação, mas eu tenho minhas dúvidas. No começo eu levei ele em um homeopata, mas me disseram que a homeopatia não resolveria poblemas neurologicos tipo Autismo. Desistir..mas acredito muito na homeopatia.Fico preocupadíssima com a midicação dele. Fico perdida com muito medo de tirar e dar errado ter que começar tudo de novo.Tenho fé que Deus vai me ajudar nessa luta pra eu ajudar meu filhote.Desculpe o desabafo…..abraços!”,

    • Tudo bem Maria Cristina, o espaço aqui é para isso mesmo, comentar e desabafar. Um abraço.

    • Wanessa diz:

      Maria Cristina Cordeiro: olhe minha filha teve problemas pulmonares por causa da risperidona sim ate liquido em seu pulmão teve era sempre muito cansada e faltando fôlego e coração acelerado, atualmente minha filha iniciou a 15 dias com florais de bach, apesar de pouco tempo e me disseram ser devagar mais tenho visto ela bem mais calma.

  8. SINGLAIR diz:

    amei ler esses comentarios vou repassar pra minha filha ,eu tenho duas netas com o diagnostico de autismo,elas tomam respiridona,ja tomaram florais,sao iperativas,mas a maior dificuldade e a falta de preparo nas escolas para lidarem com as criancas,eles ou querem que aumentem dose de remediO,ISSO E FALTA DE AMOR NO CORACAO DESSES PROFICIONAIS

    • Andréia diz:

      Meu filho de 13 anos também tomava risperidona, tomava porque tirei em outubro passado, e mesmo sem saber que era da risperidona, ele teve muitos problemas pulmonares e ainda está em tratamento. Hoje medico ele apenas com Tolrest e está bem, o único problema e é só por isso que dou remédio é a escola, já estou com pânico de ver bilhetes no caderno e não consigo mais sequer abrir sua pasta, concordo plenamente com você SINGLAIR que o que falta é AMOR NO CORAÇÃO DESTES PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO, pois em casa toda família o admira, ele é atleta e todos adoram sua companhia, então quem deve mudar?
      A escola na maneiro de enxergá-los e parar de causar tantas dores a eles…
      Outro dia a professora disse que ele precisava era de uma surra…

  9. Hercilio diz:

    Como já disse anteriormente, ha casos em que se aplica e outros em que nao se aplica medicamentos. Além disso, remédio sozinho nao resolve, são necessários tratamentos com psicólogos, terapeutas ocupacionais, fonoaudiologos, fisioterapeutas, pedagogos e tantos outros profissionais.
    Entretanto nao se pode rejeitar toda e qualquer medicação, ha quem tenha cérebro convulsionado, as vezes so perceptível em exames, nao se trata de ter convulsões, mas de ter pequenas descargas cerebrais que podem ser ruins no longo prazo e prejudicar o comportamento.
    Principalmente e preciso cuidado com surtos, notadamente os de agressividade que trazem riscos ao próprio autista e as pessoas próximas, e sabido que durante ossudos neuronios são destruídos, por isso e preciso reduzir suas ocorrências. Outra coisa, nenhum remédio desses e isento de efeitos colaterais, o custo beneficio deve ser pesado, acho errado a oposição remédio x outros tratamentos, eles são complementares.
    A neurociencia descobriu que na adolescência formam-se mais conexões de neuronios do que na infância, aborrescencja nao e frescura, o cérebro muda mesmo, no caso do meu filho, mudou para pior, antes disso nem diagnostico de autismo tinha, chegou a ter grande evolução escolar, mas retrocedeu, hoje e dependente e seu cognitivo e inferior ao que ea antes, mesmo com todo o tratamento.

  10. Natalice damasceno diz:

    Amei o blog,e estes comentários são interessantes.Eu tenho uma filha autista de 3 anos que fez uso de risperidona por 4 meses por que ela tinha dificuldade para dormir,porém o medicamento a deixava mais acesa e por isto suspendi.Ela melhorou muito,hoje já dorme bem melhor e sem medicação alguma.

  11. Maria da Glória Silva Furtado diz:

    Tenho um neto de cinco anos que trocou a Respiridona pelo Aripiprazol. Que me diz desse medicamento?

    • Não existe medicamento aprovado para autismo. Uma criança de 5 anos tomando Aripiprazol!!! Olha, nem gosto de me comprometer com esse tipo de questão, pois não sou médica. Mas pesquise mais sobre esse assunto pelo bem dele.

  12. Cibelly Freitas diz:

    Sou Cibelly, mãe do João e do Pedro que têm autismo e penso que apesar das grandes consequências que as medicações possam trazer aos nossos filhos ao longo de suas vidas, existe um tempo em que elas são muito favoráveis!!!! Elas nos ajudam em aspectos como: a disposição da criança para a realização das terapias; minimização da autoagressão e agressividade junto aos colegas em sala de aula e irmãos em casa; no ajuda na inclusão; em proporcionar uma melhor qualidade de vida para ele (relativizando esse conceito, dentro de uma perspectiva individual); socialização; aprendizagem…. entre muitas outras coisas…. O fato é que eles precisam estar minimamente dispostos para que o contato aconteça… e muitas vezes, isso só é possível com o uso de medicamentos que sejam acompanhados responsavelmente por uma equipe multiprofissional. Não penso que eles são vilões quando usados responsavelmente!!! Penso que eles também estão a nosso favor… a minha experiência com as crianças é de vivenciar importantes evoluções na vida deles na socialização, alimentação, sono, fala e aprendizagem!!! Penso que estes espaços de troca são importantes para socializarmos nossas experiências com as medicações que, ao meu ver, também são exitosas!!!!!

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